
21 de outubro de 2010
Prática na rádio

A evolução do Rádio
Programa de Rádio - o processo
14 de outubro de 2010
Cinema Almodovariano
Pedro Almodóvar é um cineasta espanhol cuja carreira começou em 1974, quando fez curtas amadores mudos, narrados por ele mesmo e filmados por uma câmera Super 8. Hoje é muito consagrado por seus 16 longa-metragens. (...)
O ousado cinema almodovariano contém componentes autobiográficos, já que o diretor afirmou que toda sua vida está em seus filmes – ele até faz pequenas participações como ator em 6 de seus longas. Sua obra carrega humor, drama, dilemas da religião, famílias nada convencionais e o inusitado universo da sexualidade nas suas mais diversas situações e formas.
(Texto de Nathália Harth e fotos de Aya Kishimoto)
A Cara da comunicação
Seguindo na Rua da Praia, chegamos no nosso destino: o Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Confessamos que nossas expectativas não eram muito grandes, ainda mais depois de nos depararmos com aquele antigo edifício. Típico prédio de museu. Um homem simpático nos recebeu e explicou por onde entravamos para começar a visita – guiada apenas por nós mesmas. Assinamos um caderno de presença e começamos a olhar. Muito diferente do prédio; as paredes eram modernas, coloridas e muito informativas. Começamos vendo os desenhos do alfabeto de libras, logo abaixo pudemos tocar o de braile e havia também o grego. As paredes mostravam símbolos como o do zodíaco, os de lavanderia e os religiosos; provando que a comunicação não se dá apenas com palavras, mas que ela é universal e composta por muito mais do que apenas letras (que, é claro, também estavam presentes até mesmo penduradas no teto). Observamos também os “rostinhos” da internet, descritos como faces do olhar; uma parede mostrando a importância das cores e outra explicando a tipografia. Mudamos totalmente a nossa expectativa. O museu é realmente interessante.
Subimos um andar. Chegamos numa sala cheia de rústicas mesas e painéis com informações de antigos jornais. Havia pessoas de luvas e máscaras, analisando jornais antigos. Pareceu uma boa ideia fazer o mesmo, e foi. Uma de nós pode folhear o jornal do dia em que nasceu e observamos em alguns outros de 1968 desde as matérias escritas com a antiga ortografia, até a publicidade totalmente diferente da época.
Havia mais uma sala. Telefones, rádios e câmeras de variadas idades estavam expostos conforme a sua época. Mas nada nos proporcionou tanto a sensação de viagem ao tempo, quanto as poltronas com rádio embutido. Lá, escutamos radialistas anunciando o milésimo gol de Pelé, a infeliz morte de Mario Quintana e o homem pisando na lua. Apreciamos The Beatles, Chico Buarque, Elton John e Elvis Presley cantando na exata época em que suas músicas foram lançadas. E nos divertimos com os comerciais antigos de Rexona e Rimo Sabão em Pó.
Percebemos como a comunicação evolui sem perder a sua essência. Afinal, os aparelhos se modernizaram, mas a comunicação continuou praticamente igual. E nem a revolução da internet foi capaz de matar telefones, rádios, televisores e jornais.
(Texto de Nathália Harth Adami e Yaisa Oliveira e foto de Aya Kishimoto)
Nath
13 de outubro de 2010
Tropa de Elite 2 faz história
Desde o inicio da década, apenas três filmes -todos norte americanos- tiveram mais sucesso aqui no brasil em suas aberturas: Homem Aranha 2,Homem Aranha 3 e o segundo filme da saga Crepúsculo, Lua Nova.
6 de outubro de 2010
Ampliando conhecimentos
Gabi