21 de outubro de 2010

Prática na rádio


Hoje (21/10/10) tivemos,na minha opinião, a melhor aula prática do semestre! Fomos radialistas por vinte minutos... Abordando vários assuntos da atualidade, como esportes,política, meio ambiente,cultura, agenda local da cidade,etc.
A tensão ao entrar no estúdio logo se apoderou de mim e revelou-se no tremelicar dos dedos. Porém, não durou tempo o suficiente para ser considerada importante, pois a felicidade de estar colocando em prática um sonho já antigo, falou mais alto. Como só a voz dos radialistas é "passada" aos ouvintes,é possível comunicarmos por gestos. Quem costumava jogar "Imagem e Ação" entende...
Desde o início do curso, por conselho dos professores, aprendi que o trabalho em equipe é o âmago do jornalismo. É ele que torna um trabalho bom, num ótimo trabalho. Afinal, para haver comunicação precisamos de interação entre colegas. Com o tempo vamos amadurecendo a ideia e aprendendo a resolver pequenos conflitos diários que vão surgindo, mas sempre resolvendo-os em equipe. Para essa semana de aprendizado na disciplina de laboratório, fica a dica.Aos professores, obrigada pela ótima oportunidade prática.
Abraço,

Gabi.


A evolução do Rádio

O rádio foi a primeira manifestação tecnológica de uma realidade virtual que ajudou a forjar as formas de pensar do século XX. Ao longo do século 20, este meio de comunicação passou por várias mudanças tecnológicas. No período entre 1914 e 1917, o meio passou a ser utilizado como um suporte militar realizando transmissões entre aeronaves e navios de guerra. Outro ponto interessante sobre o veículo na época, foi sua função informativa. Em 1916, a população norte-americana ficou sabendo do resultado das eleições através das transmissões radiofônicas!
A partir de 1919 começa a chamada Era do Rádio com emissoras passando a realizar transmissões regulares em todo o mundo.
O rádio já é um meio de comunicação amplamente usado. De acordo com a Anatel, não há mais lugar para novas emissoras ou para mudar de lugar as atuais e, por isso, ao se fazer a digitalização do rádio, é preciso uma solução que permita às emissoras permanecer no mesmo canal.
Uma opção são as rádios na internet, que estão cada vez mais populares. A modernização dos meios de comunicação é evidente, e o rádio se enquadra perfeitamente nessa condição.
Gabi

Programa de Rádio - o processo

Quando eu soube que participaria de um programa ao vivo de rádio, o nervosismo tomou conta de mim antes da empolgação. Escolhi falar sobre política, um tema que, para mim, não flui com tanta naturalidade. Achei que seria mais desafiador.
O processo com o grupo foi tranquilo, e apesar de que o cronograma ficou pronto em pouco tempo, confesso que não me sentia tão preparada, mas confiei no conteúdo e em meus colegas.
No dia do programa, acordei cedo e coloquei uma playlist animada pra tirar o nervosismo da cabeça. Cheguei na Famecos e logo encontrei dois de meu colegas, que já se preparavam para o nosso programa, no ar à 9h30min. Acabei de escrever as notícias de Serra e Dilma, tomei um café e me encontrei com o restante do grupo para uma maior organização. Quando acabamos os comentários e ideias para o Na Geral, começamos a ensaiar. Estávamos na metade do ensaio, quando a hora chegou. Entramos na sala, organizamos os microfones e nos preparamos para o início do programa.
A vinheta tocou, os âncoras falaram e o primeiro assunto foi anunciado. Noticias sobre o transito foram apresentados e comentadas. Logo depois, um âncora anunciou que falaríamos de política. Chegara a minha vez. Falei, comentamos e no final descobri que não era tão difícil assim. Cultura, esportes e outros assuntos foram abordados. Não faltou, nem sobrou tempo. A trilha encerrou o programa e o meu nervosismo, deixando-me aliviada e feliz por ter dado tudo certo.

Nath

14 de outubro de 2010

Cinema Almodovariano









Pedro Almodóvar é um cineasta espanhol cuja carreira começou em 1974, quando fez curtas amadores mudos, narrados por ele mesmo e filmados por uma câmera Super 8. Hoje é muito consagrado por seus 16 longa-metragens. (...)

O ousado cinema almodovariano contém componentes autobiográficos, já que o diretor afirmou que toda sua vida está em seus filmes – ele até faz pequenas participações como ator em 6 de seus longas. Sua obra carrega humor, drama, dilemas da religião, famílias nada convencionais e o inusitado universo da sexualidade nas suas mais diversas situações e formas.

(Texto de Nathália Harth e fotos de Aya Kishimoto)
















Nath

A Cara da comunicação


Seguindo na Rua da Praia, chegamos no nosso destino: o Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Confessamos que nossas expectativas não eram muito grandes, ainda mais depois de nos depararmos com aquele antigo edifício. Típico prédio de museu. Um homem simpático nos recebeu e explicou por onde entravamos para começar a visita – guiada apenas por nós mesmas. Assinamos um caderno de presença e começamos a olhar. Muito diferente do prédio; as paredes eram modernas, coloridas e muito informativas. Começamos vendo os desenhos do alfabeto de libras, logo abaixo pudemos tocar o de braile e havia também o grego. As paredes mostravam símbolos como o do zodíaco, os de lavanderia e os religiosos; provando que a comunicação não se dá apenas com palavras, mas que ela é universal e composta por muito mais do que apenas letras (que, é claro, também estavam presentes até mesmo penduradas no teto). Observamos também os “rostinhos” da internet, descritos como faces do olhar; uma parede mostrando a importância das cores e outra explicando a tipografia. Mudamos totalmente a nossa expectativa. O museu é realmente interessante.

Subimos um andar. Chegamos numa sala cheia de rústicas mesas e painéis com informações de antigos jornais. Havia pessoas de luvas e máscaras, analisando jornais antigos. Pareceu uma boa ideia fazer o mesmo, e foi. Uma de nós pode folhear o jornal do dia em que nasceu e observamos em alguns outros de 1968 desde as matérias escritas com a antiga ortografia, até a publicidade totalmente diferente da época.

Havia mais uma sala. Telefones, rádios e câmeras de variadas idades estavam expostos conforme a sua época. Mas nada nos proporcionou tanto a sensação de viagem ao tempo, quanto as poltronas com rádio embutido. Lá, escutamos radialistas anunciando o milésimo gol de Pelé, a infeliz morte de Mario Quintana e o homem pisando na lua. Apreciamos The Beatles, Chico Buarque, Elton John e Elvis Presley cantando na exata época em que suas músicas foram lançadas. E nos divertimos com os comerciais antigos de Rexona e Rimo Sabão em Pó.

Percebemos como a comunicação evolui sem perder a sua essência. Afinal, os aparelhos se modernizaram, mas a comunicação continuou praticamente igual. E nem a revolução da internet foi capaz de matar telefones, rádios, televisores e jornais.

(Texto de Nathália Harth Adami e Yaisa Oliveira e foto de Aya Kishimoto)

Nath

13 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2 faz história

O filme Tropa de Elite 2, que teve estreia nos últimos dias, surpreendeu com o numero recorde no Brasil.Segundo dados já oficiais pela empresa Filme B, o longa brasileiro já levou mais de 2 milhões e 400 mil pessoas aos cinemas.
Desde o inicio da década, apenas três filmes -todos norte americanos- tiveram mais sucesso aqui no brasil em suas aberturas: Homem Aranha 2,Homem Aranha 3 e o segundo filme da saga Crepúsculo, Lua Nova.
É o cinema brasileito voltando a ganhar espaço nas telinhas.
Gabi

6 de outubro de 2010

Ampliando conhecimentos

Nas últimas semanas, nós, alunos de jornalismo da PUCRS, estamos elaborando um jornal semestral. A ideia era escolher um tema sobre o qual não soubéssemos muito a respeito, assim teríamos que pesquisar e aprendê-lo. Por isso escolhi a editoria que tratava sobre Economia. Buscando informações em livros e conversando com pessoas que entendem do assunto, pude perceber como é importante,além de Economia, ter conhecimento sobre os mais variados assuntos, principalmente na profissão de jornalista. Este será o nosso papel, estar sempre bem informado para transmitir com qualidade essas informações às pessoas. É o que elas esperam de nós, afinal será o nosso trabalho diário.

Gabi